ÚLTIMO ESTUDO - 08/12/2018

O SUBFINANCIAMENTO DO SNS VAI CONTINUAR EM 2019, O QUE DIFICULTARÁ AINDA MAIS O ACESSO DOS PORTUGUESES AOS SERVIÇOS DE SAÚDE -  3 dias atrás

UM PEDIDO A TODOS OS LEITORES QUE RECEBEM OU QUE QUEREM RECEBER SEMANALMENTE OS ESTUDOS QUE FAÇO

De acordo com a nova lei de protecção de dados que entrará em vigor no fim de Maio de 2018, só se poderá utilizar o endereço de e-mail, neste caso para enviar os meus estudos, se obtiver da parte do proprietário do endereço electrónico o seu consentimento expresso. Por isso, peço a todos os leitores que estejam interessados em receber os meus estudos que enviem uma mensagem para edr2@netcabo.pt dando o seu consentimento para utilizar o seu e-mail se tiverem interessados em receber semanalmente os estudos que faço. Se já está a receber os estudos indique esse facto na sua mensagem. Informo também que o seu e-mail será retirado/apagado logo que o desejar no futuro, bastando que o comunique. 

 

APRESENTAÇÃO SINTÉTICA E OBJECTIVOS DESTE "SITE" 

A maior parte da informação divulgada sobre a economia e a sociedade portuguesa nos media é dominada pelo pensamento neoliberal, porque é este que tem acesso privilegiado aos media. Este domínio é tão grande que atinge os próprios meios académicos podendo-se falar, com propriedade, de um pensamento económico único dominante. Quem esteja familiarizado com a ciência económica, sabe bem que a economia não está acima dos interesses de classe que se confrontam na sociedade, e o neoliberalismo defende os interesses do poder económico dominante nas sociedades capitalistas actuais. Nos estudos disponíveis neste “site” procura-se analisar  os problemas económicos e sociais numa perspectiva  diferente, que é a dos interesses dos trabalhadores. No entanto, não existe qualquer pretensão de substituir um pensamento único por outro, mas apenas o propósito de fornecer ao leitor uma outra forma de analisar os problemas económicos e sociais, para que ele, confrontando-a com a do pensamento neoliberal dominante nos media,  forme a sua própria opinião, que é o mais importante. A verdade só poderá surgir do confronto democrático de ideias e nunca da imposição de um pensamento único como se pretende actualmente.

Para facilitar a pesquisa do leitor agrupamos os estudos em duas grandes Áreas, e dentro destas por Temas, e dentro dos Temas estão os estudos por datas  (data da sua elaboração), pois os estudos são datados (se é associado do Montepio no fim dos Temas encontra ainda informações atualizadas sobre a situação no Montepio).

ATENÇÃO: Se quiser ser avisado através do seu telemóvel quando sair um novo estudo ou uma nova informação aos associados do Montepio, e ter acesso fácil a ela e aos outros estudos que estão no "site" www.eugeniorosa.com pelo telemóvel, descarregue no seu telemóvel a APP que está neste site, à esquerda por debaixo da fotografia e, no telemóvel, no fim da página de acesso ao site. Para isso, ligue-se através do telemóvel a este "site"- www.eugeniorosa.com - e faça o seguinte:
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AGRADEÇO QUE INFORME PARA eugeniorosa@zonmail.pt SE A APP ESTÁ A FUNCIONAR BEM. OBRIGADO

CRITICA - Económica e Social é uma revista onde estão também disponiveis estudos em http://www.criticaeconomica.net/

Estudos disponíveis nas seguintes áreas:

NOVO LIVRO

CONVITE PARA ESTAR PRESENTE NA SESSÃO DE LANÇAMENTO 

EM 15 DE DEZEMBRO, 18 HORAS, NO AUDITÓRIO DO MONTEPIO, RUA DO OURO -LISBOA

Perante à avalancha de estudos ditos "técnicos" que procuram fazer passar a ideia junto da opinião pública de que os sistemas públicos de segurança social são insustentáveis, este é um estudo que vai na direção contrária. Ele mostra que existem soluções técnicas exequiveis que permitem garantir, por um lado, a sustentabilidade dos sistemas públicos de segurança social e, por outro lado, os direitos dos atuais e futuros pensionistas. O problema é que essas soluções vão contra os grandes interesses instalados que dominam a economia e a politica em Portugal. Espero que este possa ser útil a todos aqueles que estão interessados em defender os sistemas públicos de segurança social (Segurança Social e CGA). 

 

LIVRO ANTERIOR

OS NÚMEROS DA DESIGUALDADE EM PORTUGAL
Os ricos cada vez mais ricos, e os pobres cada vez mais numerosos e mais pobres Em Portugal, os 10% mais ricos detêm 58,5% da riqueza do país. A taxa de risco de pobreza aumentou, em 2013, para 24,8%, o que corresponde já a 2.585.970 portugueses. As desigualdades estão a crescer, os obstáculos ao desenvolvimento a aumentar, e a situação social cada vez mais insustentável. Se tal caminho não for rapidamente invertido, estaremos a viver o prelúdio de graves convulsões sociais futuras.

EM OUTUBRO E NOVEMBRO DE 2015 IREMOS PARTICIPAR EM DEBATES SOBRE O TEMA DESTE LIVRO- AS DESIGUALDADES EM PORTUGAL: causas e consequências  - EM OUTRAS  CIDADES PARA ALÉM DE LISBOA. BREVEMENTE DIVULGAREMOS O CALENDÁRIO DOS DEBATES. Se os leitores/amigos quiserem dar sugestões podem fazer  para edr2@netcabo.pt

O livro analisa as desigualdades em Portugal em 27 áreas, utilizando os dados estatísticos mais recentes, a maioria oficiais, permitindo a reflexão e o debate fundamentado. ESTÁ DISPONÍVEL NAS LIVRARIAS (FNAC, BERTRAND, BARATA,etc.)

INFORMAÇÕES IMPORTANTES PARA OS ASSOCIADOS DO MONTEPIO

 Atualizada Novembro de 2018

ELEIÇÕES NO MONTEPIO MARCADAS PARA O DIA 7 DE DEZEMBRO DE 2018 MAS A VOTAÇÃO POR CORRESPONDÊNCIA PARA 99% DOS ASSOCIADOS JÁ COMEÇOU

 

INFORMAÇÃO 6/2018 AOS ASSOCIADOS DO MONTEPIO

 

A SITUAÇÃO DO MONTEPIO E POR QUE RAZÃO ME CANDIDATO NA LISTA C DE UNIDADE: correr com grupo de Tomás Correia/Melícias   que tanto mal já fez ao MOntepio é urgente e é possível votando na lista da unidade pois caso contrário ele destrói o Montepio

A linguagem fria dos números é a mais objetiva para descrever com clareza e precisão a situação dramática a que chegou o Montepio, por isso vamos mais uma vez utilizá-la. E então vamos aos números para que que ninguém possa dizer mais tarde que não sabia ou que não foi atempadamente avisado

Em 2016, nas contas consolidadas da Associação Mutualista deste ano, a KPMG, que é o auditor externo do Montepio, colocou no relatório e contas desse ano o seguinte alerta: O Grupo Montepio apresenta capital próprio negativo atribuível aos associados no montante de 346.644 milhares de euros”. Isto significa que o Ativo da Associação Mutualista, ou seja, tudo o que ela possuía, que inclui também os ativos de todas as empresas do grupo (Caixa Económica, empresas de seguros Lusitânia, etc.) em 2016 já era inferior ao Passivo da Associação Mutualista, ou seja, às suas dividas (que inclui as resultantes das poupanças dos associados) e às dividas das empresas do grupo em 346,6 milhões €. Repetindo, segundo a própria KPMG, que é uma das grandes empresas internacionais de consultoria e auditoria, as dividas do grupo Montepio, que inclui o valor das poupanças dos associados, já eram superiores ao valor dos ativos que o Montepio possuía para pagar essas dividas em 346,6 milhões €. Portanto, um “buraco” de 346,6 milhões € na Associação Mutualista determinado pela gestão de Tomás Coreia e dos seus amigos.

Em 2017, segundo as contas individuais, a Associação Mutualista apresentou um prejuízo de 221 milhões € que foram escondidos através da criação no papel de 805 milhões € de “Ativos por impostos diferidos” que não servem para pagar dividas quer das empresas do grupo Montepio quer da Associação Mutualista aos associados (cerca de 3.000 milhões € de   poupanças). E isto porque aqueles 805 milhões € são um valor criado apenas no papel através da engenharia contabilística.  

Em 2018, a descapitalização da Associação Mutualista continuou, assim como continuou a diminuir o número de associados. Embora a administração de Tomás Correia procure ocultar aos associados e aos membros do Conselho Geral a verdadeira situação da Associação Mutualista, não informando,  e o supervisor que é o Ministério do Trabalho nada faça para impedir isso, no 1º semestre de 2018, os associados levantaram da Associação Mutualista 405 milhões € de poupanças (reembolsos e vencimentos) e apenas entraram 278 milhões €, o que significa que a Associação Mutualista só no 1º semestre deste ano sofreu uma descapitalização de 132 milhões €. Nos primeiros 7 meses de 2018, o número de associados que abandonaram a Associação Mutualista foi superior às entradas em cerca de 5.900 e no fim do 1º semestre de 2018 a Associação Mutualista apresentou novamente prejuízos.

Como se deixou destruir tanto valor (património, confiança e reputação) do Montepio perante a passividade do supervisor, das autoridades (pois Tomás Correia é arguido em inumeros processos cuja decisão se continua a adiar)  e dos próprios associados? Como é que tudo isto foi possível? São perguntas que cada associado deve fazer incluindo a si próprio? O que fez para que tudo isto não acontecesse? Nesta altura tem a oportunidade novamente de acabar com esta destruição do Montepio votando bem, e pondo na rua o grupo de Tomás Coreia que tanta destruição causou ao Montepio.

Para que mais tarde não possam dizer que não sabiam ou que não foram informados.

Só entre 2013 e 2016, a nível de contas consolidadas, que inclui também os resultados das empresas, a Associação Mutualista acumulou 907 milhões € de prejuízos. A Caixa Económica, com a administração de Tomás Correia, entre 2011 e 2015, acumulou 681 milhões € de prejuízos, e a Associação Mutualista teve de recapitalizar a Caixa Económica, com as poupanças dos associados, com 1.100 milhões €. Mesmo depois dele ter sido afastado da administração da Caixa Económica, como consequência do mau crédito concedido por ele, sem qualquer análise séria de risco, a Caixa Económica ainda teve mais 54 milhões € de prejuízos e a Associação Mutualista ainda teve de recapitalizar novamente a Caixa Económica, com poupanças dos associados, com mais 520 milhões €. No período 2012 a 2017, a Caixa Económica como consequência da gestão desastrosa e irresponsável da administração de Tomás Correia (quando esta saiu finalmente em 2015, ainda deixou uma pesada herança de mau crédito) teve de abater ao seu Ativo 1.530 milhões € de crédito por ter sido considerado completamente perdido, a maioria dele grandes créditos concedidos sem qualquer análise dos serviços competentes pela análise de credito.

É esta administração que tanto mal já fez ao Montepio, de Tomás Correia, que tem dois membros arguidos em processos com a justiça e do Banco de Portugal, sendo um dos arguidos o próprio presidente, que se candidata na lista A com o apoio de personalidades que ninguém pensaria que se prestassem a isso. A ignorância é sempre a desculpa depois utilizada, embora tenham fechado os olhos e ouvidos a toda a informação divulgada e a que lhes foi diretamente enviada.

É este grupo que se apoderou do Montepio, e que se mantém da forma como foi relatada pela TVI24  na reportagem de 23-11-2018 de Ana Leal - LINK: https://tvi24.iol.pt/sociedade/ana-leal/montepio-irregularidades-nas-eleicoes-comprometem-tomas-correia -, que já destruiu um enorme valor aos associados e delapidou a reputação e confiança que os associados e própria sociedade portuguesa tinham no Montepio, que é urgente afastar se não se quiser que a Associação Mutualista seja completamente destruída e as poupanças dos associados integralmente delapidadas. A mentira e a ocultação da informação e da verdade aos associados tem sido a arma utilizada por este grupo para se perpetuar no Montepio e para o destruir.

No programa da lista A de Tomás Correia apresenta-se como objetivo “rumar ao milhão de associados” quando a realidade é a queda continuada do número de associados que se verifica desde 2015 (menos 5.900 só nos primeiros 7 meses de 2018). Um dos objetivos constantes do Orçamento da Associação Mutualista para 2018 é conseguir que as entradas de poupanças dos associados fossem superiores às saídas (Margem associativa positiva ) em 422 milhões € em 2018, quando o que está a acontecer é precisamente o contrário (até Jun.2018, as saídas foram superiores às entradas em 132 milhões €). Se se analisar a evolução da liquidez da Associação Mutualista, ou seja, a capacidade para reembolsar as poupanças aos associados sem ter de vender as empresas e outro património as preocupações aumentam. Em dezembro de 2016, o valor dos títulos que podiam ser transformados rapidamente em dinheiro mais os depósitos em bancos somavam 1.510 milhões €. Em Dezembro de 2017 já tinha diminuído para 764 milhões €, ou seja, praticamente para metade. E em Julho de 2018 eram apenas 616 milhões €. Para além disso, a quebra de títulos (1258 milhões € em Dez.2016, e apenas 403 milhões € em Jul.2018) determina uma quebra acentuada nos rendimentos da Associação Mutualista, já que as restantes poupanças dos associados estão aplicadas em empresas ou que tem prejuízos (Lusitânia SA) ou com lucros reduzidos (Caixa Económica). Isto determina que uma parte dos juros das poupanças dos associados está a ser paga com o capital dos outros associados. A continuar é uma situação insustentável. Tudo isto está a por em causa a sobrevivência da Associação Mutualista e os 3.000 milhões € de poupanças que os associados têm nela. É necessário correr com esta gente que, utilizando a mentira e a ocultação da verdade, levaram o Montepio a esta situação. E é urgente que isso aconteça pois pode-se chegar a uma situação em que o retorno já não seja possível.

A RAZÃO DE UMA LISTA DE UNIDADE E POR QUE RAZÃO ME CANDIDATO NA LISTA C, QUE É A LISTA DE UNIDADE

Perante este caminhar para o abismo que o grupo de Tomás Correia está a conduzir o Montepio, era necessário unir esforços para travar esta destruição das poupanças dos associados e do Montepio, pondo só como condição serem pessoas honestas, não em comprometidas  com a destruição do Montepio, e que estivessem interessadas em servir o Montepio, e não em servir-se do Montepio em benéfico próprio, como atualmente acontece.

Com este objetivo as 3 listas que concorreram nas últimas eleições contra Tomás Correia decidiram unir-se e constituir uma lista única, que é a Lista C. Ainda se tentou a unidade com Ribeiro Mendes, mas rapidamente se conclui que ele se comportava como um 2º Tomás Correia, recusando-se a negociar e querendo ser ele próprio a decidir quem das 3 listas devia entrar e quem devia ser excluído. Para além disso, ele decidiu integrar na sua lista pessoas que estiveram envolvidas na destruição do Montepio, como acontece com Almeida Serra  que durante vários anos foi administrador na Caixa Económica responsável pela área de risco, numa altura em foram concedidos grandes empréstimos, não se acautelando devidamente os interesses do Montepio, o que causou grandes perdas e, quando o ocupou o lugar de presidente do Conselho Geral de Supervisão da Caixa Económica tudo fez para que este órgão não fiscalizasse a gestão da administração de Tomás Correia.

A Lista C, cujo lema é “JUNTOS PELO MONTEPIO, RECUPERAR A CONFIANÇA” em que me candidato como membro do Conselho Fiscal resulta da união de pessoas que integravam as 3 listas que, nas últimas eleições, concorreram contra a lista de Tomás Correia. Une-nos o objetivo de recuperar a confiança dos associados, salvar o Montepio e as poupanças dos associados. É uma lista em que pessoas com opções ideológicas muito diferentes decidiram juntar-se para salvar o Montepio. Os seus apoiantes são de todos os quadrantes ideológicos, como se pode ver no site https://juntospelomontepio.org/. Os associados têm agora a oportunidade de correr definitivamente do Montepio o grupo de Tomás Correia que tanto mal já fez, destruindo um enorme valor, delapidando as poupanças dos associados assim como a confiança depositada no Montepio, votando na Lista C, que é a lista de unidade.

   UM APELO AOS TRABALHADORES DA CAIXA ECONÓMICA E AOS DAS RESTANTES EMPRESAS DO GRUPO MONTEPIO PARA QUE NÃO SE DEIXEM NEM MANIPULAR NEM CONDICIONAR COMO ACONTECEU NO PASSADO POIS A CONTINUAÇÃO DE TOMÁS CORREIA PÕE EM PERIGO O MONTEPIO E OS SEUS EMPREGOS POR MAIS MENTIRAS QUE ELE DIGA 

Os 4.000 trabalhadores do grupo do Montepio, que são também associados, conhecem bem a situação das empresas em que trabalham e o grau destruição a que foram sujeitas devido a uma gestão irresponsável que não acautelou devidamente os interesses dos associados e o emprego deles, pois as empresas são os ativos que garantem as suas poupanças e o emprego dos trabalhadores.

A CEMG, em que estão 3.600 trabalhadores, merece uma atenção especial. Depois da enorme destruição causada por enormes maus créditos concedidos sem qualquer análise séria de risco pela administração de Tomás Correia, que determinaram grandes perdas e continuar a causar perdas, e após uma dolorosa e lenta recuperação que se verificou após Tomás Correia ter sido afastado, em que lhe foram pedidos grandes sacrifícios (congelamento de salários, abdicação de direitos a nível de reforma, cortes em remunerações variáveis) enfrentam agora de novo a incerteza perante um chamado “Plano de Transformação” que tem como objetivo retirar da Caixa Económica o credito a empresas, que representa cerca de 40% dos proveitos de credito, uma importante fonte de rendimentos da CEMG, transferindo-o para o chamado “Banco de Empresas do Montepio” e apenas 30 dos 100 trabalhadores da atual área de credito a empresas da CEMG. Esta "transformação" a realizar-se, e ela tem o apoio de Tomás Correia mesmo que ele diga o contrário, descapitalizando e fragilizando ainda mais a Caixa Económica cuja rede comercial tem estado à deriva com a atual administração pois a maioria dos membros não tem experiencia de banca comercial. É um “Plano de Transformação”, que poderá agravar ainda mais as dificuldades da CEMG e afetar futuramente muitos empregos, os seus empregos.

A situação na área de seguros, nomeadamente na Lusitânia SA, que continua a acumular prejuízos (nos últimos 5 anos acumulou cerca de 110 milhões € d eprejuízos) e a obrigar a sucessivas recapitalizações por parte da Seguros Vida e da Associação Mutualista (em 2017 foram mais 30 milhões €), consequência de uma administração incompetente nomeada por Tomás Correia, que teima em nada fazer, é mais uma fonte de preocupações que poderá levar destruição da área de seguros do Montepio, afetando também o emprego de muitos trabalhadores e as poupanças dos associados já que uma parcela delas está aplicada nesta empresa.

É importante que os 4.000 trabalhadores do Montepio reflitam seriamente sobre tudo isto, que não se deixem manipular, e que defendam as poupanças dos associados que estão aplicados nas empresas em que trabalham, e também o seu emprego. No passado o grupo de Tomás Correia só se manteve com o seu apoio, nomeadamente nas eleições angariando votos para Tomás Correia. É urgente que isso termine e que defendam o Montepio e não o grupo de Tomás Correia. Fechar os olhos ao que tem acontecido nos últimos anos no Montepio não é certamente a melhor forma de defender os seus interesses, os da sua família, e os interesses dos associados. Está também nas suas mãos correr com aqueles já fizeram tanto mal ao Montepio, mas para isso é necessário que votem bem. Mais tarde não podem dizer que não sabiam ou que não foram informados se colaborarem com o grupo de Tomás Correia na continuação da destruição do Montepio. É preciso ter coragem para dizer NÃO a este grupo que está a destruir o Montepio  

UM ALERTA SOBRE A VOTAÇÃO A TODOS OS ASSOCIADOS  E UM APELO PARA QUE VOTEM E CORRAM COM O GRUPO DE TOMÁS CORREIA QUE TANTO MAL JÁ FEZ AO MONTEPIO

No dia 7 de Dezembro de 2018 realizam-se novamente eleições na Associação Mutualista Montepio Geral para eleger os corpos gerentes para o período 2019/2021 em que podem participar/votar todos os associados com direito a voto, que são os de maior idade e que tenham pelo menos 2 anos de associado. Embora as eleições estejam marcadas para o dia 7 de Dezembro, a votação já começou porque, apesar de existirem associados em todo o país, a mesa da assembleia geral decidiu que só haverá uma urna aberta em Lisboa obrigando mais de 99% dos associados a ter de votar por correspondência em que o controlo para evitar que o  sentido do voto  não será adulterado nem condicionado, e mesmo que não haverá “chapeladas” é impossível. O representante da Lista C na Comissão eleitoral propôs que fosse comunicado aos associados, por SMS, que o seu voto foi recebido, mas a maioria da comissão eleitoral que integra a atual mesa da assembleia, e que concorrem as eleições integrados na lista de Tomás Correia, imediatamente rejeitou a proposta. Só há cerca de 3 dias é foram entregues aos membros da comissão a lista de votantes mas sem qualquer elemento para que possam ser contatados. É assim a “democracia” no Montepio.

Todos os associados com direito a voto  já receberam ou receberão  em sua casa um envelope contendo os programas das listas que se candidatam, uma carta do presidente da mesa da assembleia geral com uma etiqueta que deverá ser colocada no envelope em que terão meter os 2  boletins de voto (um azul para o conselho geral e outro branco por os estantes órgãos), fechar esse envelope e pôr a sua assinatura nele por baixo da etiqueta e depois meter esse envelope num maior pré- pago que receberam também e coloca-lo no correio. Peço que não deixem para a ultima hora pois o voto por correspondência tem de entrar antes de 7.12.2018. Se faltar alguma peça no conjunto ou detetarem qualquer tentativa de fraude ou condicionamento devem entrar em contacto com a comissão eleitoral (o representante da Lista C é o Carlos Areal tel. 960 295 356, para contatar).

Eugénio Rosa, economista e candidato a presidente do Conselho Fiscal pela Lista C às eleições do Montepio de 7.12.2018