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UMA CRISE ECONÓMICA, COM CONSEQUÊNCIAS SOCIAIS, QUE O GOVERNO AINDA NÃO COMPREENDEU OU QUE TENTA DISFARÇAR, MAS QUE PODE TER EFEITOS AINDA MAIS DEVASTADORES FACE AO COMPORTAMENTO GOVERNAMENTAL: o governo reduziu o investimento público do Estado no Orçamento Suplementar de 2020 e 9.828 milhões € de Fundos Comunitários ficaram por utilizar até ao 1º Trim.2020
4 de julho de 2020
A CAPACIDADE DOS PAISES DA UNIÃO EUROPEIA PARA ENFRENTAR A CRISE DO “COVID 19” É MUITO DESIGUAL, CONTRARIAMENTE AO QUE SE AFIRMA A CRISE NÃO AFECTA DA MESMA FORMA POBRES E RICOS, E AGRAVARÁ AINDA MAIS AS DESIGUALDADES E A MISÉRIA
25 de maio de 2020
O PROGRAMA DE ESTABILIDADE PREVÊ UMA DESPESA QUE PERMITE PAGAR O “LAY-OFF” APENAS A 792.000 TRABALHADORES QUANDO NO FIM DE ABRIL JÁ ESTAVAM INSCRITOS 1.328.000 TRABALHADORES PARA “LAY-OFF”, E QUEM PAGARÁ AS MEDIDAS DE COMBATE À “COVID 19”
17 de maio de 2020
SÓ NUM MÊS DE CRISE 163.000 TRABALHADORES PERDERAM O EMPREGO, OS 950.000 QUE JÁ ESTÃO EM “LAY-OFF” PERDEM 329,6 MILHÕES € DE REMUNERAÇÕES POR MÊS. POR CADA MÊS DE PARALISAÇÃO DA ECONOMIA O PAÍS PERDE 6,5% DO PIB (13.800 milhões€) SEGUNDO CENTENO
18 de abril de 2020
UMA GRAVE CRISE ECONÓMICA A QUE SE PODE JUNTAR UMA EVENTUAL CRISE DA BANCA EM PORTUGAL. A BANCA É FUNDAMENTALMENTE FINANCIADA COM OS DEPÓSITOS DOS CLIENTES QUE DEVEM SER ACAUTELADOS E NÃO COM DINHEIRO DOS BANQUEIROS
10 de abril de 2020
O “CORONAVIRUS”, O ESTADO DE EMERGÊNCIA, A RECESSÃO ECONÓMICA PREVISIVEL, A DESTRUIÇÃO DE EMPREGO E A DEGRDAÇÃO DAS CONDIÇÕES DE VIDA EM PORTUGAL
19 de março de 2020
A SITUAÇÃO DA ECONOMIA PORTUGUESA E A SUA CAPACIDADE PARA SUPORTAR AS CONSEQUÊNCIAS DA CRISE CAUSADA PELO “CORONAVIRUS” / “COVID-19” O RISCO DE RECESSÃO DA ECONOMIA E DE DISPARAR O DESEMPREGO
15 de março de 2020

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